Na opinião do Carlos Giannazi (PSOL), a audiência pública realizada em 27/3, na Assembléia Legislativa, para discutir dois projetos de sua autoria que garantem liberdade de expressão e opinião para os profissionais da Educação e demais servidores públicos, confirmou, por meio de diversos relatos e denúncias de sindicalistas e representantes do magistério, a total falta de liberdade e de respeito que o estatuto dos servidores públicos estaduais impõe aos funcionários do Estado.
Segundo Giannazi, o debate só confirmou que a legislação autoritária, criada ainda na ditadura militar - leis 10261/68 e 8989/79 -, precisa ser revogada imediatamente. Participaram do evento representantes de entidades ligadas ao magistério público, como Aprofem; Apase; Sinesp e Apeoesp.
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