
Responsáveis pelas leis estaduais e pela fiscalização do governo do Estado, os deputados da Assembléia Legislativa de São Paulo estão em recesso desde 1º de julho e somente retornam ao trabalho em 1º de agosto.
As questões que, até o final de junho, eram tratadas como emergenciais pelos deputados, sejam da situação ou da oposição, parece que perderam a urgência e foram “arquivadas” para serem discutidas somente em agosto.
Entre elas estão: as votações de reajustes para os servidores estaduais, a instalação de CPIs como as do Caso Alstom, pedofilia e Bancoop. Também foi votada a “toque de caixa” a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2009, para que o recesso iniciasse no primeiro dia de julho.
Em levantamento, ainda não oficial, mais de 30 deputados estaduais paulistas iniciaram a disputa por vagas de prefeitos ou vice nas eleições de outubro deste ano. Isso significa que, praticamente, um em cada três eleitos em 2006 tentam conquistar administrações municipais de seus redutos eleitorais. Os que não são candidatos também, direta ou indiretamente, estão envolvidos em eleger prefeito e vereadores que apóiam em vários municípios.
Não queremos generalizar, afinal toda regra há exceção, mas pelo visto, até outubro, os deputados que elegemos para serem nossos representantes no Legislativo Paulista, estarão ocupados com outras tarefas, que eles decidiram sozinhos serem a prioridade do momento. E como não precisam se licenciar do cargo para disputar as eleições, os deputados continuam a receber seus salários normalmente, mesmo não exercendo as funções para os quais foram escolhidos.
E o eleitor sente-se traído, afinal confiou seu voto em alguém para representá-lo por quatro anos na Assembléia Legislativa, que agora passa a ocupar importância secundária para o deputado.
A redação
As questões que, até o final de junho, eram tratadas como emergenciais pelos deputados, sejam da situação ou da oposição, parece que perderam a urgência e foram “arquivadas” para serem discutidas somente em agosto.
Entre elas estão: as votações de reajustes para os servidores estaduais, a instalação de CPIs como as do Caso Alstom, pedofilia e Bancoop. Também foi votada a “toque de caixa” a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2009, para que o recesso iniciasse no primeiro dia de julho.
Em levantamento, ainda não oficial, mais de 30 deputados estaduais paulistas iniciaram a disputa por vagas de prefeitos ou vice nas eleições de outubro deste ano. Isso significa que, praticamente, um em cada três eleitos em 2006 tentam conquistar administrações municipais de seus redutos eleitorais. Os que não são candidatos também, direta ou indiretamente, estão envolvidos em eleger prefeito e vereadores que apóiam em vários municípios.
Não queremos generalizar, afinal toda regra há exceção, mas pelo visto, até outubro, os deputados que elegemos para serem nossos representantes no Legislativo Paulista, estarão ocupados com outras tarefas, que eles decidiram sozinhos serem a prioridade do momento. E como não precisam se licenciar do cargo para disputar as eleições, os deputados continuam a receber seus salários normalmente, mesmo não exercendo as funções para os quais foram escolhidos.
E o eleitor sente-se traído, afinal confiou seu voto em alguém para representá-lo por quatro anos na Assembléia Legislativa, que agora passa a ocupar importância secundária para o deputado.
A redação
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