domingo, 16 de novembro de 2008

Deputados querem o fim da letra ilegível nas receitas médicas


Você já ficou em dúvida sobre qual remédio o médico prescreveu? Na hora da compra, até o balconista da farmácia demonstrou ter dúvidas para achar o medicamento indicado? Para evitar essas situações, os deputados tucanos Célia Leão e Bruno Covas propõem projetos para tornar mais clara a comunicação escrita entre médico e paciente.

Os projetos (PLs 669/2008 e 683/2008 ) de conteúdo similares estipulam que as receitas e solicitações de exames prescritos por médicos, dentistas e veterinários deverão ser datilografadas ou digitadas no computador.

Nos casos de atendimento emergencial externo, o profissional de saúde ficaria livre da obrigatoriedade, mas a receita teria de ser preenchida com letra de forma. O projeto prevê ainda que as unidades hospitalares públicas receberão equipamentos adequados para a elaboração das receitas e solicitação de exames.

A propositura do deputado prevê para os casos de descumprimento da lei sanções que vão da advertência, multa, até a interdição parcial ou total do estabelecimento do infrator.

Mas para ser lei, falta o Plenário aprovar.

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