domingo, 6 de julho de 2008

Deputados deixam problemas do Estado de lado e vão cuidar de eleições no recesso


Responsáveis pelas leis estaduais e pela fiscalização do governo do Estado, os deputados da Assembléia Legislativa de São Paulo estão em recesso desde 1º de julho e somente retornam ao trabalho em 1º de agosto.

As questões que, até o final de junho, eram tratadas como emergenciais pelos deputados, sejam da situação ou da oposição, parece que perderam a urgência e foram “arquivadas” para serem discutidas somente em agosto.

Entre elas estão: as votações de reajustes para os servidores estaduais, a instalação de CPIs como as do Caso Alstom, pedofilia e Bancoop. Também foi votada a “toque de caixa” a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2009, para que o recesso iniciasse no primeiro dia de julho.

Em levantamento, ainda não oficial, mais de 30 deputados estaduais paulistas iniciaram a disputa por vagas de prefeitos ou vice nas eleições de outubro deste ano. Isso significa que, praticamente, um em cada três eleitos em 2006 tentam conquistar administrações municipais de seus redutos eleitorais. Os que não são candidatos também, direta ou indiretamente, estão envolvidos em eleger prefeito e vereadores que apóiam em vários municípios.

Não queremos generalizar, afinal toda regra há exceção, mas pelo visto, até outubro, os deputados que elegemos para serem nossos representantes no Legislativo Paulista, estarão ocupados com outras tarefas, que eles decidiram sozinhos serem a prioridade do momento. E como não precisam se licenciar do cargo para disputar as eleições, os deputados continuam a receber seus salários normalmente, mesmo não exercendo as funções para os quais foram escolhidos.

E o eleitor sente-se traído, afinal confiou seu voto em alguém para representá-lo por quatro anos na Assembléia Legislativa, que agora passa a ocupar importância secundária para o deputado.

A redação

Iniciada a campanha eleitorial 2008 para prefeitos e vereadores


Encerrado o prazo final para os partidos e coligações apresentarem o registro de candidatos para as eleições 2008 à Justiça Eleitoral, em 5/7, os candidatos a prefeitos e vereadores deram início no domingo (6/7) às atividades de campanha, inclusive comícios.

A lei eleitoral prevê que coligações, partidos políticos e candidatos podem realizar comícios e se valer e carros de som para divulgação de campanhas. Desde domingo, os candidatos podem fixar faixas, placas e cartazes em imóveis particulares, desde que sejam autorizados pelo proprietário e tenham tamanho de até 4 metros quadrados. Além disso, é permitida a distribuição de santinhos e panfletos. Entre as 8 e as 24 horas, a lei permite também atos e comícios com aparelhagem de som fixa. Já o uso de alto-falantes em veículos fica permitido das 8 às 22 horas.

A Lei Eleitoral veda, porém, a propaganda em outdoors e a distribuição de brindes, como camisetas e chaveiros, que possam proporcionar vantagem ao eleitor. Também são proibidos os showmícios e a apresentação remunerada ou não de artistas para angariar votos.

Apesar de liberada nas ruas, a propaganda eleitoral não poderá ser transmitida no rádio e na televisão. Nesse caso, os programas só começam a ser veiculados em 19 de agosto, no horário eleitoral gratuito, que termina apenas em 2 de outubro.

A partir de agora, também está vetada a participação de candidatos a prefeitos e vice em inaugurações de obras públicas.

Conheça os deputados candidatos a prefeitos (listagem extra oficial)

PSDB
Antonio Carlos da Silva – Caraguatatuba
Célia Leão – Campinas (vice-prefeita)
Celso Giglio – Osasco
José Augusto – Diadema
Orlando Morando – São Bernardo do Campo
Uebe Rezeck – Barretos

PT
Antonio Mentor – Americana
Cido Sério – Araçatuba
Carlinhos Almeida – São José dos Campos
Hamilton Pereira – Sorocaba
Maria Lúcia Prandi – Santos
Mário Reali – Diadema
Sebastião Almeida – Guarulhos
Vanderlei Siraque – Santo André

PTB
Campos Machado – São Paulo (vice-prefeito)
Roque Barbieri – Birigui
PPS
Alex Manente – São Bernardo do Campo
Luis Carlos Gondim – Mogi das Cruzes

PV
Afonso Lobato – Taubaté
Feliciano Filho – Campinas
PSOL
Carlos Giannazi – São Paulo (vice-prefeito)
Raul Marcelo – Sorocaba

PDT
Geraldo Vinholi – Catanduva
Rafael Silva – Ribeirão Preto

DEM
Darcy Veras – Ribeirão Preto
Estevam Galvão – Suzano
Mauro Bertaiolli – Mogi das Cruzes

PSB
Ed Thomas – Presidente Prudente
Jonas Donizete – Campinas
Valdomiro Lopes – São José do Rio Preto
Vinicius Camarinha - Marília

Surgem os intermediários das propinas entre a Alstom e o governo de São Paulo


Reportagens dos últimos dias dos jornais O Estado de São Paulo, Folha de S. Paulo e da revista Época denunciam novos suspeitos de serem intermediários entre a multinacional francesa Alstom e o governo do Estado de São Paulo, para pagamento de propinas.

Documento mostra terceiro nome no caso Alstom ( O Estado de São Paulo)

Correspondência de diretor da empresa cita o nome Neves, que, para promotoria suíça, indicaria alguém ligado ao governo de SP nos anos 90

Surge um terceiro personagem que teria intermediado negociações entre a Alstom e o governo de São Paulo no final da década de 90. Trata-se de uma pessoa identificada como "Neves", que consta em comunicado apreendido pela promotoria suíça. Os investigadores suspeitam que seja um pseudônimo de alguém ligado ao governador de São Paulo na época, Mario Covas. Mas não está descartada a hipótese de que seja o sobrenome de alguém que tenha trabalhado na administração estadual ou mesmo de algum intermediário.

Neves aparece em comunicado enviado por Andre Botto, diretor da Cegelec - empresa da área de energia que foi integrada pelo grupo Alstom em 1997 - na França, para uma pessoa de nome M. Chamussy. Foi escrito em 23 de setembro de 1997. O manuscrito trata da extensão por 12 meses de contrato com a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE) - o aditivo 10 ao contrato Gisel - para fornecimento de equipamentos às subestações Aclimação e Miguel Reale, no Cambuci.

Ao lado do nome Neves aparece "8,5%", que os investigadores acreditam ser o porcentual que essa pessoa teria recebido para fazer a intermediação. Ao lado do número há também a palavra "fait", feito em português. Logo abaixo está o nome Splendor, com 1% e a rubrica "fait"; e depois C.M. com 7%, sem rubrica de feito.Esse primeiro comunicado entre os diretores da Cegelec discute o porcentual que C.M. teria de receber.

A sigla é revelada mais adiante como Cláudio Mendes, que deveria receber 7% de "remuneração". No corpo do texto é explicado pelo autor que C.M. trata-se de um intermediário com o governo de São Paulo. Há até um questionamento sobre o pagamento. "Eu não posso dar ?ok? para uma pessoa que eu não conheço e da qual eu jamais ouvi falar", revela outro trecho do bilhete, possivelmente uma resposta escrita por Chamussy.A Splendor foi identificada pelo Ministério Público suíço como Splendor y Associados Desenvolvimento Econômico, com escritório em São Paulo e que tinha conta em um banco em Genebra, Suíça.

O escritório na capital paulista não existe. E tampouco há registro da empresa na Junta Comercial de São Paulo. Ela recebeu repasses da Alstom que somam R$ 1,2 milhão (3,3 milhões de francos franceses à época). As offshores Janus Holding e a Compania de Asesores de Energia S.A. foram intermediárias nesses depósitos.

A soma dos porcentuais pagos a Neves, Splendor e Cláudio Mendes chega a 16,5% do valor total do aditivo em questão, algo em torno de R$ 100 milhões. E, num segundo bilhete, de 21 de outubro de 1997, entre Andre Botto e Bernard Metz, outro executivo da Cegelec, discute-se a remuneração que seria destinada às finanças do partido no poder na época, o PSDB, ao Tribunal de Contas do Estado e também à Secretaria de Estado de Energia.Pelo documento, a remuneração foi objeto de "acordo no patamar de 7,5 (%)". "Se trata da remuneração para o governo local. Ela está sendo negociada via um ex-secretário do governador (RM)", mostra o comunicado apreendido.

Há suspeita dos investigadores de que R.M. seja Robson Marinho, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Marinho foi coordenador da campanha eleitoral de Mário Covas em 1994 e chefe da Casa Civil do governo do Estado de 1995 a abril de 1997.O conselheiro nega que tenha negociado ou intermediado qualquer contrato com a Alstom e o governo paulista.

Marinho também nega conhecer as pessoas envolvidas nas investigações do caso e diz que tem sido "vítima de repetidas publicações inverídicas e difamatórias, a começar pela insistência em relacionar seu nome com supostas atividades ilícitas". Ele assume apenas que no governo de Mário Covas era o único R.M. existente e que viajou à França, em 1998, para assistir às finais da Copa do Mundo com despesas pagas por uma empresa que tinha integrado o grupo Alstom.
Cláudio Mendes, identificado pelos promotores como Claudio Luiz Petrechen Mendes, também negou intermediação nos contratos entre a multinacional francesa e o governo do Estado. Assim como o secretário de Energia na época da suposta propina, David Zylbersztajn, ex-genro do então presidente Fernando Henrique Cardoso.Um ex-funcionário do setor de finanças da Alstom no Brasil disse ao Estado que a "remuneração" a consultores e intermediários nos contratos podia chegar a 30% do valor total. Essa pessoa - que não quis se identificar - disse que o suborno era repassado pelas empresas subcontratadas.

Em visita ao Brasil, na semana passada, o presidente mundial da Alstom, Patrick Kron, negou as denúncias contra a empresa e disse que o grupo "não corrompe agentes públicos".


Caixa 2 de FHC citava empresas da Alstom (Folha de S. Paulo)

Cegelec e ABB estavam em planilhas do PSDB que foram tornadas públicas em 2000; não há menção a valores no documento

Planilhas atribuem a Andrea Matarazzo, então secretário de Energia de São Paulo, a missão de buscar recursos junto a empresas; ele nega

Duas empresas do grupo francês Alstom são citadas nas planilhas eletrônicas do comitê financeiro do PSDB que deveriam abastecer o caixa dois da campanha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso à reeleição, em 1998. As empresas são a Cegelec e a ABB.

As planilhas, tornadas públicas em 2000, atribuem ao atual secretário de Subprefeituras de São Paulo, Andrea Matarazzo (PSDB), então secretário de Energia do Estado, a missão de buscar recursos junto a empresas. As estatais de energia eram os principais clientes da Alstom no governo de São Paulo.Porém, não era atribuída à Cegelec e à ABB nenhuma meta de arrecadação. A planilha também não informa se elas deram dinheiro ao PSDB. Em 1998, Matarazzo acumulou o cargo de secretário com o de presidente da Cesp (Companhia Energética de São Paulo), justamente uma das principais clientes da Alstom.Memorandos internos trocados em 1997 entre diretores da Alstom, na França, apreendidos por promotores da Suíça, dizem que seriam pagas "comissões" para obter negócios com o governo paulista.

Num desses memorandos, um diretor da Cegelec em Paris diz estar disposto a pagar 7,5% para obter um contrato de R$ 110 milhões da Eletropaulo.

A Alstom comprou a Cegelec justamente naquele ano.Os papéis citam que a comissão seria dividida entre "as finanças do partido", "o tribunal de contas" e "a Secretaria de Energia". A Eletropaulo era subordinada até abril de 1998 à pasta dirigida por Matarazzo.

Eventos de 1998

O ano de 1998 foi marcado por eventos relacionados às investigações iniciadas na Suíça:

1) O contrato em que a Cegelec dizia estar disposta a pagar uma comissão de 7,5% foi firmado naquele ano;

2) Entre outubro e dezembro, houve duas transferências de dólares ordenadas pela Alstom francesa, que foram parar na conta da "offshore" MCA Uruguay Ltd., nas Ilhas Virgens Britânicas, controlada pelo brasileiro Romeu Pinto Jr. no valor de US$ 505 mil, que seriam usados na propina.Com a privatização e a cisão da Eletropaulo, o contrato de R$ 110 milhões foi herdado pela EPTE (Empresa Paulista de Transmissão de Energia), outra estatal paulista.

Com a reeleição de FHC, Matarazzo assumiu no ano seguinte o cargo de ministro-chefe de Comunicação da Presidência.A Alstom, um dos maiores grupos do mundo na área de energia e transportes, tinha contratos à época também com estatais da União, como Petrobras, Eletrobrás e Itaipu.Reportagem da Folha de dezembro de 2000 revelou que Matarazzo teria obtido ao menos R$ 3 milhões para o caixa dois.

Na planilha com as metas de arrecadação, aparece o nome "Andrea Matarazzo - MM". Ele teria de arrecadar R$ 6,02 milhões. Ao menos R$ 10,12 milhões foram para o caixa dois de 1998.Além da relação das empresas, a planilha menciona os nomes dos diretores ou contatos a serem procurados pelos arrecadadores de campanha.

A autoria das planilhas foi atribuída ao ex-ministro da Administração e Reforma do Estado Luiz Carlos Bresser Pereira, tesoureiro oficial das duas campanhas presidenciais de FHC. Atualmente, ele diz que elas podem ter sido montadas.Procurado pela Folha na época, Matarazzo negou ter participado da arrecadação de recursos para FHC. "Vou te falar mais uma vez meu papel nisso daí [campanha]: fiz dois jantares, dos quais o presidente participou. Ele apresentou o programa de governo. O Luiz Carlos Bresser [Pereira] foi, e ponto", dizia Matarazzo.O hoje secretário de Gilberto Kassab (DEM) disse que somente coordenava a ação política da campanha de FHC no Estado de São Paulo.

O próprio Bresser, porém, confirmou à Folha em 2000 que Matarazzo participava da busca de recursos. "O Andrea também foi [arrecadador], no começo." Ontem, em entrevista por telefone de Paris, Bresser reafirmou que Matarazzo ajudou na arrecadação da campanha da reeleição de FHC "no início". Ele, no entanto, diz que só agora soube que existia uma empresa chamada Alstom.

O publicitário Luiz Fernando Furquim, que atuou na campanha, referendou em 2000 a declaração de Bresser: "Havia uma certa competição [entre Bresser e Matarazzo], talvez em função da vontade dele [Matarazzo] de ir para Brasília". A investigação sobre as planilhas do caixa dois nunca foi adiante porque a Justiça não autorizou a quebra de sigilo dos comitês de campanha.


O código "Neves" (revista Época)

Investigadores têm novas pistas sobre o elo entre políticos e a Alstom no pagamento de propinas

A investigação dos Ministérios Públicos federal e de São Paulo sobre o esquema de propinas do grupo francês Alstom para autoridades brasileiras em 1997 avançou bastante desde a chegada ao Brasil de documentos apreendidos pelo Ministério Público da Suíça. A empresa teria interesse na obtenção de contratos com o governo de São Paulo, comandado na época pelo governador Mário Covas, falecido em 2001. Uma das principais peças da investigação é um memorando manuscrito em francês por um executivo da Alstom. Nele, é identificada a rota das propinas. O dinheiro iria para integrantes do Tribunal de Contas do Estado (TCE), funcionários da Secretaria de Energia e ainda para o caixa do PSDB. Na descrição dos intermediários da propina, o executivo da Alstom, em seu memorando, usou vários códigos. Entre eles constam “RM”, “CM”, “Splendor” e “Neves”.

Os investigadores acreditam já ter identificado três desses códigos. O tal “RM” seria Robson Marinho, ex-secretário da Casa Civil do governo Covas e atual conselheiro do TCE. “CM” seria Cláudio Mendes, um sociólogo que atuou como lobista de empresas da área de energia junto ao governo paulista entre o fim dos anos 80 e 2004. “Splendor” é uma das seis offshore (empresas de fachada instaladas em paraísos fiscais no exterior) por onde também teriam sido feitos pagamentos da propina pela Alstom, segundo documentos do MP da Suíça. Segundo o memorando, a corrupção estaria relacionada a um contrato de R$ 101 milhões da Eletropaulo, a antiga estatal de energia, privatizada em 1998, com o grupo Alstom.

Robson Marinho e Cláudio Mendes negam que tenham intermediado ou recebido propinas. E quanto ao código “Neves”? Os investigadores acreditam que era a pessoa responsável por transformar o suborno da Alstom em caixa de campanha do PSDB. O memorando do executivo da Alstom é de 21 de outubro de 1997. Nele, “Neves” aparece ao lado da cifra “8,5%”, suposto valor da propina.

Os investigadores acreditam que darão um passo para elucidar o código “Neves” quando destrincharem o envolvimento do vereador paulistano Tião Farias (PSDB) com a história. Farias não é citado nos documentos da Suíça, mas tem ligações com várias pessoas investigadas no caso. Além de ter sido um dos assessores mais próximos de Mário Covas, foi secretário-adjunto de Robson Marinho na Casa Civil. Em 2002, quando concorreu a um mandato de deputado estadual, Farias recebeu doações dos empresários Romeu Pinto Júnior e Sabino Indelicato, citados nos documentos suíços. Pinto Júnior é acusado de ser o dono da MCA Uruguay, outra offshore supostamente usada como canal de propinas. Indelicato é dono da Acqua Lux Engenharia, suspeita de operar o esquema de propina da Alstom por meio de contratos de consultoria de fachada.

Tanto Pinto Júnior quanto Indelicato afirmam que as acusações são falsas. O vereador Tião Farias diz que não conhece Pinto Júnior, mas admite ter relações com Indelicato, um militante do PSDB, segundo ele. As doações para sua campanha, diz Farias, foram convites, no valor de R$ 1.000, comprados para um jantar de apoio político. Tião Farias não conseguiu a vaga de deputado estadual em 2002. Ele virou vereador em São Paulo em 2004. Durante a encarniçada disputa pela candidatura própria do PSDB à Prefeitura de São Paulo, neste ano, ganhou destaque por ter sido um dos poucos a permanecer ao lado do ex-governador Geraldo Alckmin.

Estudantes podem ser deputados por um dia


Todos os anos, a Assembléia Legislativa paulista oferece a oportunidade de estudantes, do ensino fundamental e médio, interagirem nas discussões que permeiam a sociedade, por meio da elaboração de leis que as solucionem. É uma maneira de praticar a cidadania, discutir em conjunto e respeitar a opinião do grupo. Durante dois dias, os estudantes assumem o parlamento e votam seus projetos, cumprindo exatamente as regras previstas em lei.

Os candidatos de escolas públicas e particulares do Estado elaboram um projeto de lei relacionado a um dos 12 temas: agricultura, cultura, defesa do consumidor, direitos humanos, educação, emprego, esportes, habitação, juventude, natureza, saúde e segurança pública. A direção da escola elege apenas um projeto para representá-la e envia para a Assembléia Legislativa.

Uma Comissão Especial do parlamento avalia os projetos e seleciona os 94 melhores. São considerados durante a seleção respeito ao formato do projeto de lei, correção gramatical, originalidade, exequibilidade e pertinência em relação ao tema, como critério eliminatório.
Depois, durante dois dias, os estudantes assumem o parlamento e votam seus projetos em Plenário, cumprindo exatamente as regras previstas em lei.

Fique atento às datas:
. 1 a 12/setembro: entrega dos projetos
. 1 a 10/outubro: seleção dos projetos
. 6 e 7/novembro: recepção e sessão plenária

Mais informações de como participar e montar o projeto podem ser obtidas no site:
www.al.sp.gov.br, no link Parlamento Jovem.